USP fecha parceria de R$ 1 milhão com CPQD para desenvolver provas de conhecimento zero em blockchain

A Universidade de São Paulo (USP) anunciou uma nova parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPQD), com um investimento de R$ 1,008 milhão destinado ao desenvolvimento de soluções de privacidade em blockchain. O contrato foi assinado no dia 28 de setembro e envolve um trabalho colaborativo entre pesquisadores da Escola Politécnica da USP e especialistas do CPQD, com foco em criar provas de conhecimento zero, uma tecnologia que promete aumentar a segurança e a privacidade das transações em blockchain.
Este tipo de prova, conhecido como zk-SNARK (Zero-Knowledge Succinct Non-Interactive Argument of Knowledge), permite que uma parte prove a posse de informações sem revelar os dados em si. A aplicação dessa tecnologia em blockchains pode revolucionar a forma como as informações são compartilhadas, oferecendo maior segurança e privacidade para os usuários. A colaboração entre a USP e o CPQD é um passo significativo para a pesquisa e inovação no campo das criptomoedas e da tecnologia de registros distribuídos.
A importância dessa iniciativa se reflete na crescente demanda por soluções que garantam a privacidade dos usuários em um ambiente digital cada vez mais vulnerável. Com o aumento de ataques cibernéticos e o uso indevido de dados pessoais, tecnologias que oferecem privacidade e segurança são essenciais. Este projeto pode não apenas beneficiar a comunidade acadêmica, mas também influenciar o mercado de criptomoedas ao estabelecer novos padrões para a segurança das transações.
Especialistas do setor têm elogiado a parceria, destacando que a colaboração entre instituições acadêmicas e de pesquisa é crucial para o avanço das tecnologias emergentes. A iniciativa da USP e do CPQD pode servir como um modelo para outras universidades e centros de pesquisa no Brasil e no mundo, incentivando mais colaborações que visem à inovação e ao desenvolvimento de soluções de segurança em blockchain.
Nos próximos meses, espera-se que a equipe envolvida no projeto comece a apresentar os primeiros resultados, com a possibilidade de desenvolver protótipos ou soluções práticas que possam ser testadas em ambientes reais. A expectativa é que essa pesquisa não apenas avance na área de privacidade, mas também contribua para o crescimento do ecossistema de blockchain no Brasil, atraindo mais investimentos e interesse no setor.
Equipe CoinMagnetic
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Atualizado: outubro de 2026
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