Invasões a casas para roubar criptomoedas disparam e viram principal ameaça, alerta CertiK

As invasões domiciliares voltadas para o roubo de criptomoedas estão se tornando uma preocupação crescente no setor, conforme revelado por um relatório da CertiK. Nos primeiros seis meses de 2026, foram registrados 20 casos de invasões, um aumento alarmante em comparação com apenas um incidente no mesmo período do ano anterior. Este fenômeno destaca uma mudança significativa nas táticas dos criminosos, que agora estão optando por métodos mais diretos para acessar os ativos digitais das vítimas. A França, em particular, se destacou, com 33 dos 52 ataques físicos documentados pela CertiK ocorrendo em seu território.
Para entender o contexto, é importante notar que o aumento nas invasões domiciliares coincide com a crescente popularidade das criptomoedas e a valorização dos ativos digitais. Com o aumento de investidores e usuários de criptomoedas, os criminosos estão adaptando suas estratégias para explorar vulnerabilidades na segurança das pessoas que possuem esses ativos. Historicamente, o setor já enfrentou diversas formas de ataques, como hackeamentos de exchanges e fraudes, mas a transição para invasões físicas representa uma nova fase de risco para os investidores.
Essa mudança na dinâmica de segurança é significativa para o mercado, pois pode impactar a confiança dos usuários em investir e manter suas criptomoedas. O medo de invasões pode levar a uma diminuição na adesão às criptomoedas, além de influenciar a forma como os investidores armazenam e protegem seus ativos. As consequências podem ser profundas, afetando não apenas a segurança individual, mas também a reputação e a adoção das criptomoedas como um todo.
A reação do setor tem sido de preocupação e alerta. Especialistas em segurança cibernética estão enfatizando a necessidade de medidas mais rigorosas para proteger os investidores, como a implementação de sistemas de segurança em residências e o aumento da conscientização sobre como armazenar criptomoedas de maneira segura. Além disso, a comunidade de criptomoedas está se mobilizando para discutir soluções e práticas recomendadas que possam ajudar a mitigar esses riscos crescentes.
O que vem a seguir pode incluir uma série de iniciativas, como o desenvolvimento de novas tecnologias de segurança e a criação de parcerias entre empresas de segurança e plataformas de criptomoedas. Além disso, é provável que haja um aumento nas discussões sobre regulamentações e políticas que visem proteger os investidores contra esse tipo de crime. À medida que o setor continua a evoluir, a proteção dos ativos digitais se tornará uma prioridade ainda maior, à medida que as ameaças se tornam mais sofisticadas e frequentes.
Equipe CoinMagnetic
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Atualizado: julho de 2026
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