ABToken busca clarificação do Banco Central sobre custódia de criptoativos no exterior

A ABToken, associação que representa empresas de tokenização e ativos digitais no Brasil, anunciou que irá encaminhar uma consulta formal ao Banco Central. O objetivo é esclarecer dúvidas levantadas por suas associadas sobre como as normas atuais se aplicam às prestadoras de serviços de ativos virtuais, especialmente no que diz respeito à custódia de criptoativos no exterior. A expectativa é que essa consulta ajude a estabelecer diretrizes mais claras e seguras para o setor.
O cenário atual das criptomoedas no Brasil é de rápida evolução, com o crescimento do uso de ativos digitais e a necessidade de regulamentações que acompanhem essa transformação. Nos últimos anos, o Banco Central tem trabalhado na estruturação de regulamentos para o mercado cripto, e a ABToken busca contribuir para esse processo. Dois pontos principais geraram a maior parte das dúvidas que a associação pretende esclarecer: o início das obrigações e as especificidades que envolvem a custódia de criptoativos fora do país.
A importância dessa consulta se reflete na necessidade de um ambiente regulatório que não apenas proteja os investidores, mas que também favoreça a inovação e a competitividade das empresas que atuam no setor. Com regras mais claras, espera-se que as empresas possam operar com maior segurança e previsibilidade, o que pode resultar em um aumento significativo na adoção de criptoativos no Brasil. A clarificação das normas também pode incentivar mais investimentos no mercado de ativos digitais.
Especialistas do setor destacam que a iniciativa da ABToken é um passo positivo para o fortalecimento da indústria de criptoativos no Brasil. A falta de clareza nas regulamentações tem sido um obstáculo para muitas empresas que desejam se estabelecer no mercado, e a busca por diretrizes mais bem definidas é vista como crucial para o desenvolvimento do setor. Os membros da ABToken acreditam que, com uma resposta adequada do Banco Central, será possível criar um ambiente mais favorável para a operação de serviços de criptomoedas.
O próximo passo será aguardar a resposta do Banco Central à consulta formal da ABToken. A expectativa é que essa interação possa abrir um canal de diálogo mais produtivo entre as autoridades regulatórias e o setor privado. Além disso, a resposta do Banco Central pode servir de modelo para futuras regulamentações e orientar outras associações e empresas que enfrentam questões semelhantes no campo da custódia de criptoativos.
Equipe CoinMagnetic
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Atualizado: setembro de 2026
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